O que Salinópolis compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Salinópolis compraram US$ 38,8 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 53 cidades de Pará que importaram, Salinópolis ficou em 37º lugar. No Brasil, em 2.072º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas e aparelhos, para seleccionar, peneirar, separar, lavar…10 toneladasUS$ 30,5 mil79%
- 2Artigos e equipamentos para cultura física, ginástica, atletismo…0,8 toneladasUS$ 8.33621%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 38,8 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 4.448
- 2023US$ 1.596
- 2024US$ 3.868
- 2026 (até setembro)US$ 38,8 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Salinópolis
Quanto Salinópolis importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Salinópolis (PA) compraram US$ 38,8 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Salinópolis mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas e aparelhos, para seleccionar, peneirar, separar, lavar… (79%), Artigos e equipamentos para cultura física, ginástica, atletismo… (21%).
De quais países Salinópolis mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.